Um olhar despreconceituado… ou talvez não. A verdade é tudo o que nós ignoramos.
30.5.06
Homens que nunca tiveram escrúpulos...
29.5.06
Exclusão e desertificação
28.5.06
Nunca soube...
27.5.06
Os galheteiros

26.5.06
Ensinar-lhes a mentir...
25.5.06
Ó Terra, a arte está tão perto e eles já o sabem...
24.5.06
Escrever é um registo maçónico...

23.5.06
Filha da noite...
22.5.06
Há algo de errado em Al-Kassar!
21.5.06
Alcácer do Sal, em Maio...


19.5.06
Esta pressa de florescer...
18.5.06
Gigantes ou anões...
17.5.06
- Pode ser a sombra de um fulgor!
15.5.06
Estaremos, de facto, a digitar?
14.5.06
E talvez possamos um dia ser contemporâneos de nós próprios!

13.5.06
Para além da querela entre o ensino da língua e o ensino da literatura...
11.5.06
Esta enfadonha realidade

9.5.06
Entre a espada e a rosa...
8.5.06
Bem sei que a caruma se acama ou combusta facilmente...

(Se os predicados parecerem insólitos, asseguro que isso é fruto do pouco uso! Absolvidos os predicados, regressemos às coisas difíceis.)
Bem sei que a caruma se acama ou combusta facilmente e, por isso, não se lhe pode exigir que cultive a memória. Mas nem mesmo assim me conformo que não haja uma efectiva aposta no estudo da História dos séculos XIX e XX.
Perante o quadro de Francisco Goya que retrata os desmandos dos exércitos napoleónicos, os alunos do ensino secundário empastelam russos, pides, judeus, nazis, jesuítas, familiares-do-santo-ofício e até cenas de filmes belicistas a-não-ver.
Felizmente, são quase todos contra a guerra, embora desconfiem que sem ela o mundo não avançaria.
E por isso, numa primeira oportunidade, estão prontos a mudar de campo, pois como bem sabemos todo o burro come palha, a questão é saber dar-lha.
7.5.06
A máscara que chora...

6.5.06
1961, a preto e branco
5.5.06
Raras e difíceis coisas dignas de atenção
4.5.06
Explicação
3.5.06
Há dias...
1.5.06
A disponibilidade da caruma

