25.1.18

No campo dos mártires




O restaurante-esplanada foi substituído por uma barraca rolante, a céu aberto.

Para compensar, a Câmara Municipal de Lisboa homenageia os mártires da Pátria de 18 de outubro de 1817.



Oportuno, o Ministério da Educação retirou do Programa de Português a peça de Sttau Monteiro "Felizmente Há Luar!"


Restam os galos, um santo popular, meia dúzia de batoteiros e uns tantos vagabundos... com ar de mártires de vícios endógenos e gloriosos...

Creio, todavia, que hoje é dia de celebrar maio de 68. Pelo que ouvi, na Gulbenkian, a elite encontra-se numa festa de ideias, subordinada ao tema: A IMAGINAÇÃO AO PODER!
Por mim, não sei se os galos têm imaginação, mas sei que cantam! E com entusiasmo...
Da minha distante meditação, nada festivaleira, ressalta apenas que, por ação pouco espirituosa, perguntei a um jovem interlocutor o que é que ele pensava da ideia de que a vida de cada um se pode resumir na epígrafe: CONHECER O PASSADO, IMAGINAR O FUTURO, VIVER O PRESENTE... Singelo, o jovem deu a entender que prefere viver o presente, seja isso o que for...