21.3.18

Num labirinto de papel

Num labirinto de papel, oiço um ininteligível altifalante que por certo dá voz a algum poeta convidado.
Hoje é dia de festa - da poesia. O mesmo será dizer que o dia é de espanto. Inicial... e não de interesseira persuasão, com maior ou menor domesticação dos tropos...
Ainda não acordara, e já me interrogava se a festa de hoje teria alguma coisa a ver com a fiesta ou, até, com o minotauro.
E não sei se por associação se por contiguidade, lembrei-me que tempos houve em que o Tejo correra em sangue por causa de uma utopia que nenhum poeta conseguiu fixar, mesmo a vida perdendo...