17.5.18

Não há vândalos sem maioral

O termo 'vandalismo' como sinónimo de ação destruidora foi cunhado no século XVIII, em janeiro de 1794 por Henri Grégoire, bispo constitucional de Blois.
(...) O vandalismo é a ação de destruir ou danificar propriedade alheia de forma intencional com o propósito de causar ruína. Muitas vezes é um ato gratuito, ainda que possa ser encomendado sem que muitos  dos intervenientes estejam conscientes desse facto.

No caso que tem abalado a nação, os rapazes têm sido acusados de atos de terrorismo. As instituições, como tal, confessam-se chocadas,  defraudadas e até 'vexadas', creio, no entanto, que seria mais apropriado designá-los de vândalos, porque, de facto, eles não revelam querer construir o que quer que seja... eles não percebem até que ponto estão a ser manipulados...
Esta destrinça parece-me útil, pois é bem mais fácil pôr termo ao vandalismo do que ao terrorismo, como a História bem ensina, desde que as instituições deixem de andar de mão dada com tais energúmenos, a começar pelos maiorais.