25.6.17

A culpa deve ser do vento

Moro a 200 metros da Igreja do Cristo Rei da Portela. Não a frequento, mas oiço os sinos, e, quando diante dela passo, dou conta da ação social e, também, do movimento nas capelas funerárias... Aos domingos e dias santos, apercebo-me do carro de exteriores da RTP, o que me anuncia a transmissão do ofício religioso urbi et orbi...
Digamos que esta Igreja não me hostiliza, apesar das minhas ideias sobre o poder anestesiante da religião, de qualquer religião...
Hoje, no entanto, estou cansado do karaoke de péssima qualidade que sopra de lá...
A culpa deve ser do vento! Só que nunca pensei que a Igreja do Cristo Rei da Portela pudesse ser tão plebeia...